Ranguinho do dia

Domingo bateu uma preguiça de arrumar a lancheira! O resultado no dia seguinte, claro, foi algo meio improvisado, nada muito elaborado.

Pera, biscoitinho assado Tickroc e um polenguinho

Pera, biscoitinho integral Tickroc e um polenguinho

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Doce boa noite

Chá, meu chazinho, meu querido chá!  Para quem corre, acho que esse é um dos prazeres mais gostosinhos que existem depois da corrida diária, quando bate aquela noite fria e chuvosa (como a que está hoje aqui em Brasília).

Chá de maracujá

Chá de maracujá e maçã com mel

Hoje, corri 9 km bem corridos logo depois do expediente. Há um parque enorme ao lado do meu trabalho. Mesmo trabalhando lá há uns bons meses, nunca pensei em usufruir aquele espaço. Tudo fica mais fácil. Saio do serviço, vou direto para lá, me troco, guardo as minhas coisas no vestiário e parto para a corrida. O ambiente é bacana, bem diferente do local onde costumo correr (com calçadas esburacadas e com  verdadeiros obstáculos para os meus queridos pezinhos e joelhos).

No parque, tem muita gente correndo, é possível sentir a sintonia com os outros corredores e é como se você desse um “joinha” e um “toca aqui” imaginário para cada um que cruza o seu caminho. Gosto muito dessa cumplicidade silenciosa que permeia o universo dos corredores.

Por fim, a recompensa de hoje: chá de maçã com canela e mel, pijama, cama, gel relaxante anti-cansaço da Granado e chuva, muita chuva.

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Chá de maçã com canela e mel

Madrugando

Um dia desses, resolvi: “vou correr de manhãzinha, não quero nem saber”. Okay. Disse isso, mas no dia seguinte acordei, olhei para o lado, virei, e continuei babando. Um outro dia, a mesma ideia voltou a matutar. “Vou correr de manhãzinha haja o que houver”. Mais uma vez, virei para o lado e dormi.

Nesta semana, olhei bem decidida para mim mesma diante do espelho e disse: “cara, é agora ou nunca, heim?”. No dia seguinte, não virei para o lado. Os meus olhos se abriram num estalar e nem dei tempo para a minha mente planejar qualquer sabotagem. Já havia preparado a roupinha na noite anterior. Os tênis enfileirados na ponta da cama, de modo que eu sequer tivesse trabalho para buscá-los dentro do armário, diminuíram bastante a preguiça de viver que sinto pelas manhãs.

Saí de casa ainda no escurinho, meio confusa, meio deserta. Estava incrédula por realmente agir como eu queria agir. Tudo bem, botei os bofes para fora durante os 47 minutos de corrida. Cheguei correndo (quase literalmente), tomei banho e fui viver o dia. Quando voltei, sei lá, 12 horas mais tarde, cansada, vivida, pensei: “putz, que cansaço”. Rapidamente reformulei: “nossa, que agitação boa eu passei hoje”. A moleza era por parar, aquilo era ruim. A agitação, não.

Não tirei fotos porque, né? De manhã eu não sou ninguém. Não era, pelo menos.

“Tomo banho de orvalho de manhã” Manoel de Barros

Na lancheira de hoje

Uvas. Polenguinho.  Baby carrots. Nozes. Damascos secos. Barus (escondidos).

Uvas. Polenguinho. Baby carrots. Nozes. Damascos secos. Barus (escondidos).

Aqui, estreio também um espaço só sobre as comidinhas que carrego pra lá e pra cá no meu dia a dia agitado. Deixo claro, de antemão, que não sou nutricionista, muito menos metida a entendida quando o assunto é alimentação e nutrição. Mas, claro, leio muitas coisas, acompanho blogs, converso com pessoas mais entendidas e, enfim, vou criando percepções de coisas que acredito serem boas para a minha saúde. Se eu errar, aprendo e deixo de lado. Se eu acertar, continuo, incremento, aprimoro… Estou super hiper aberta para receber sugestões de lanchinhos (ninguém é de ferro para comer sempre as mesmas coisas) e correções (viver é aprender, aprender é viver).