Madrugando

Um dia desses, resolvi: “vou correr de manhãzinha, não quero nem saber”. Okay. Disse isso, mas no dia seguinte acordei, olhei para o lado, virei, e continuei babando. Um outro dia, a mesma ideia voltou a matutar. “Vou correr de manhãzinha haja o que houver”. Mais uma vez, virei para o lado e dormi.

Nesta semana, olhei bem decidida para mim mesma diante do espelho e disse: “cara, é agora ou nunca, heim?”. No dia seguinte, não virei para o lado. Os meus olhos se abriram num estalar e nem dei tempo para a minha mente planejar qualquer sabotagem. Já havia preparado a roupinha na noite anterior. Os tênis enfileirados na ponta da cama, de modo que eu sequer tivesse trabalho para buscá-los dentro do armário, diminuíram bastante a preguiça de viver que sinto pelas manhãs.

Saí de casa ainda no escurinho, meio confusa, meio deserta. Estava incrédula por realmente agir como eu queria agir. Tudo bem, botei os bofes para fora durante os 47 minutos de corrida. Cheguei correndo (quase literalmente), tomei banho e fui viver o dia. Quando voltei, sei lá, 12 horas mais tarde, cansada, vivida, pensei: “putz, que cansaço”. Rapidamente reformulei: “nossa, que agitação boa eu passei hoje”. A moleza era por parar, aquilo era ruim. A agitação, não.

Não tirei fotos porque, né? De manhã eu não sou ninguém. Não era, pelo menos.

“Tomo banho de orvalho de manhã” Manoel de Barros

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Na lancheira de hoje

Uvas. Polenguinho.  Baby carrots. Nozes. Damascos secos. Barus (escondidos).

Uvas. Polenguinho. Baby carrots. Nozes. Damascos secos. Barus (escondidos).

Aqui, estreio também um espaço só sobre as comidinhas que carrego pra lá e pra cá no meu dia a dia agitado. Deixo claro, de antemão, que não sou nutricionista, muito menos metida a entendida quando o assunto é alimentação e nutrição. Mas, claro, leio muitas coisas, acompanho blogs, converso com pessoas mais entendidas e, enfim, vou criando percepções de coisas que acredito serem boas para a minha saúde. Se eu errar, aprendo e deixo de lado. Se eu acertar, continuo, incremento, aprimoro… Estou super hiper aberta para receber sugestões de lanchinhos (ninguém é de ferro para comer sempre as mesmas coisas) e correções (viver é aprender, aprender é viver).
 

4º Slow Film: cinema e comida boa

Gostaria de avisar para quem mora no Centro-Oeste (e para quem não mora também) que, entre os dias 12 e 15 de setembro, vai acontecer o 4º Slow Film (Festival Internacional de Cinema e Alimentação), na cidadezinha linda de Pirenópolis, em Goiás. O evento é inspirado no festival Slow Food on Film, na Itália, e no movimento Slow Food. A ideia é que o alimento deve ter qualidade, ser limpo (sem ser prejudicial ao homem, ao meio ambiente e aos animais) e justo com os envolvidos na sua produção.

Nesses quatro dias, além dos filmes nacionais e de diversos países, vamos poder participar de degustações, exposições e visitas a um local de produção de agricultura orgânica. O festival é o único desse gênero aqui na América Latina. Vale ou não vale a pena ir lá conferir?

Veja as sinopses dos filmes e toda a programação do festival no Cinemarcord

Caso se interesse, leia mais sobre o Slow Food aqui

Alívio pós-treino

Boa noite, pessoal!

Há algum tempo, entrei para o time de corredoras amadoras que ultrapassou a faixa dos 10km na corrida. Até agora (até agora, heim!), consegui completar 15km. Toda vez que faço esse treino, volto bem quebradinha, já que não estou nada acostumada com o ritmo. Muitas pessoas podem até dizer “nossa, sua louca! Pra que isso tudo, se depois morre de dor?”. Não, gente. A dor é boa, eu juro! Ainda mais quando você toma um bom banho e se deita na cama para relaxar. É uma recompensa, até.

Um belo dia, a procura de creminhos para dores musculares (aposentei o Dorflex), encontrei o Gel relaxante anti-cansaço (Sport), da Granado Pharmácias, para passar nas pernas e nos pés. Posso assegurar que ele realmente é refrescante e relaxante.  O rótulo diz que ele “alivia as tensões e o desconforto causados por longos períodos de atividade física. Proporciona relaxamento e uma sensação de frescor imediata”.

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Tá comprovado e devidamente recomendado! Porque maximizar a sensação de prazer pós-treino é possível 🙂

Bom treino a todos!

Você é o que você faz repetidamente

Um dia, voltando para casa, vi um cartaz dentro do ônibus que dizia “você é o que você faz repetidamente”. Aquela coisa de “você é o que você come” faz muito sentido. Mas nenhuma adaptação dessa frase me pareceu tão coerente com o que acredito ser o que a gente é. Se você faz uma coisa e a repete, bom, é disso que você é feito, afinal. É isso que você constrói para si, certo?

Que ótima filosofia para abrir um blog. Vamos nos construir com hábitos saudáveis e positivos, que nos façam crescer. O legal dessa ideia é que as coisas são mais simples do que parecem. Se você começa uma atividade chata, mas que você sabe que é boa para você, pense “hum, beleza, hoje eu farei isso”. Amanhã, você pensa a mesma coisa. Ao final de um longo período, perceberá que foi simples e que valeu a pena. Viver bem é apreciar tudo aquilo que fazemos, que gostamos e que nos inspira.

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